“Zézézóide?” Ouviu-se.. Boitila, esse, engomava a roupa da casa bamboleando-se ao som de José Cid, sem ouvir os gritos de desespero de um Alien de chave perdida.
“Zézóide?” gritou novamente. Mas o Cid impedia a pergunta de obter uma resposta. Alien abanava a cabeça, enquanto pensava que perdia mais um episódio de Os Morangos com Açúcar. “Assim não”, pensou, “Assim não brinco”. Um dia inteiro a ganhar o pão para nada. Nem o genérico já iria conseguir ver. E quem sobrevive um dia sem ouvir a qualidade sonora de D’Zert?
O nosso movimento
Tão certo como a palavra serem letras,
Tão certo como serão sempre duas tetas.
Tão profundo quanto o Universo que possuímos
Tão profundo quanto o futuro que construímos
Tão desgraçado quanto o nosso mundo parece,
Surge a gargalhada que o fervor agradece.
Pink Ponkers, uma questão de questão.
Tão certo como serão sempre duas tetas.
Tão profundo quanto o Universo que possuímos
Tão profundo quanto o futuro que construímos
Tão desgraçado quanto o nosso mundo parece,
Surge a gargalhada que o fervor agradece.
Pink Ponkers, uma questão de questão.
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